Denunciamos o imperialismo e apoiamos os pobos en loita

(...) O direito à plena soberanía e independencia que reclamamos para nós exigimo-lo tambén para o conjunto de povos negados do planeta. (...)

A Galiza é o nosso marco de actuaçom, mas desde a nossa naçom trabalhamos por tecer redes de solidariedade com todos os povos que luitam no mundo. Porque sabemos que o nosso destino está unido ao do conjunto da humanidade explorada, exercemos consequentemente a solidariedade internacionalista e anti-imperialista.

Por isso nos opomos às ingerências imperialistas, denunciamos as guerras de agressom e apoiamos a justa luita dos povos por liberar-se dos seus opressores. A crise do capitalismo acentua o carácter criminal do império, que por meio de intervençons abertas ou de carácter soterrado tentam submeter povos, governos e sistemas socio-económicos que se resistem a aceitar as suas regras e abrir os seus mercados às grandes multinacionais.

Igualmente, apoiamos os processos revolucionários e transformadores que afirmam a soberania nacional dos povos e aspiram à plena justiça social. Desde a heróica Revoluçom Cubana que resiste desde há mais de meio século e segue a defender e construir umha vida digna para a sua populaçom, até processos mais recentes, que ao fio da Revoluçom Bolivariana fam da América Latina o continente onde se ensaiam as novas esperanças dumha vida fora da lógica do capital e o imperialismo.

O direito à plena soberanía e independencia que reclamamos para nós exigimo-lo tambén para o conjunto de povos negados do planeta. Desde os que luitam no coraçom da Europa, como Euskal Herria, os Países Cataláns, Escocia ou Córsega, até os que no resto do mundo luitam polo seu reconhecimento e emancipaçom, contra o colonialismo e a ocupaçom: Curdistám, Palestina, Sáhara… porque até que todas sejamos livres seguirá a haver motivos para luitar.

Desde estas premissas, mantemos relaçons con outras organizaçons juvenis de povos en luita, e em particular coas das naçons negadas polo estado espanhol, con quem compartimos o combate ao regime espanhol.

Sabendo que o melhor contributo que podemos fazer à revoluçom mundial é luitar consequentemente por umha Galiza livre e socialista, nom esquecemos a quem comparte com nós os mesmos horizontes de transformaçom, en qualquer canto do planeta.

Só vencen os povos que luitam!

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