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	<title>Isca</title>
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	<description>Construíndo poder popular</description>
	<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 22:36:39 +0000</pubDate>
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		<title>A mellor homenaxe: a vitoria!</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 22:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>breixo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Isca! participou dos actos conmemorativos do Dia da Galiza Mártir, no que anualmente se lembra o asasinato de Alexandre Bóveda a mans do fascismo así como a todas e todos os mártires da loita pola xustiza social e liberdade da nosa nación. Como cada ano, tivo lugar un acto xa de mañá na Caeira, no Concello de Poio, onde Bóveda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/08/gzmatir2.jpg" title="gzmatir2.jpg"></a><img src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/08/colantegzmartir.png" alt="colantegzmartir.png" /></p>
<p align="justify">Isca! participou dos actos conmemorativos do Dia da Galiza Mártir, no que anualmente se lembra o asasinato de Alexandre Bóveda a mans do fascismo así como a todas e todos os mártires da loita pola xustiza social e liberdade da nosa nación. Como cada ano, tivo lugar un acto xa de mañá na Caeira, no Concello de Poio, onde Bóveda fora fusilado. Despois tivo lugar no Pazo da Cultura un xantar onde foron entregados premios a Francisco Fernández del Riego, Avelino Pousa Antelo, Xaime Illa Couto e Isaac Díaz Pardo en homenaxe á súa militancia xuvenil durante á república. Xa á tarde, a homenaxe no cemiterio precedeu á actividade central da xornada, ao pé do monumento ao dirixente galeguista asasinado, no que arredor de dous centos de persoas escoitaron o discurso do alcalde de Pontevedra e cantaron o hino nacional, nun acto no que se viron faixas de Isca!, Galiza Nova e o Centro Social Revira.</p>
<p align="justify"><img src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/08/gzmatir2.jpg" alt="gzmatir2.jpg" /><img src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/08/gzmartir1.jpg" alt="gzmartir1.jpg" /></p>
<p align="justify"><a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/08/gzmatir2.jpg" title="gzmatir2.jpg"></a></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
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		<title>Do repúdio à aboliçom</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:53:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>breixo</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[touradas]]></category>

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		<description><![CDATA[
A aprovaçom da ILP "Prou" representa um passo de gigante nom só no caminho de respeitar os direitos dos animais -a começar pelos milleiros de touros que se salvarám de umha morte cruel- senom na construçom de umha sociedade melhor, já que freia valores tam negativos como o uso injustificado da violência ou o desfrute [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A aprovaçom da ILP &#8220;Prou&#8221; representa um passo de gigante nom só no caminho de respeitar os direitos dos animais -a começar pelos milleiros de touros que se salvarám de umha morte cruel- senom na construçom de umha sociedade melhor, já que freia valores tam negativos como o uso injustificado da violência ou o desfrute com o maltrato animal e revitaliza o nosso sentimento de pertença à natureza. De facto, os convidados antitaurinos ao debate no Parlament exibiram contundência argumental suficiente para demonstrar que o rei está despido, sempre o estive: nada há de arte nem de cultura aqui.</p>
<p align="justify">Em efeito, vemos-nos obrigados a relatar o que deveriam ser obviedades. Umha tourada trata do martírio -convertido em negócio subsidiado com fundos públicos- de um inocente animal herbívoro dotado de sistema nervoso, que logicamente só quer escapar do acosso que padece, fugir e regressar ao campo do que tam violentamente foi arrancado. Durante os seguintes minutos trás a sua saída ao coso autênticas lanças destroçam os músculos nas costas, abrem buracos nos que a seguir penetram uns paos rematados em terríveis arpóns de aço. O calvário remata com umha espada de 80 centímetros de comprimento que nom sempre acerta no seu objectivo, o coraçom, senom que mui bem pode perforar o fígado, os pulmons ou mesmo a aorta, o que provoca umha lenta agonia entre vómitos de sangue. Numha tentativa desesperada por sobreviver, resiste-se a cair, e adopta encaminhar para a porta pela que entrou. Se o pacífico animal ainda sobrevive, será rematado com um punhal (a &#8220;puntilla&#8221;). Os matarifes mais &#8220;estéticos&#8221; som premiados com partes do corpo do animal, umha ou duas orelhas e talvez o rabo, e se os espectadores ficam reconfortados pelo espectáculo tiraram ao verdugo aos ombreiros do coso. E isto repete-se com 60.000 animais cada ano em todo o Estado, enquanto os pró-touradas afirmam cinicamente que os touros nem sequer padecem.</p>
<p align="justify">Nom obstante, as evidências nom abondan. Um dos grandes leit-motivs dos partidários da tortura legalizada é que com a proibiçom das touradas estám-se a recurtar as liberdades, já que ninguém é obrigado a assistir à praça de touros. Trata-se de umha demagogia estarrecedora -o que arrepia é que poida convencer a alguém- que poderia muito bem aplicar-se a outras práticas como a fraude fiscal ou a queima de montes. Desde logo, se algo é condenável nom só é lícito proibí-lo, senom obrigatório, e a tortura de um ser vivo entra precisamente dentro das actividades intoleráveis.</p>
<p align="justify">Apelam também os taurinos -surpreendentemente preocupados- à extinçom dos touros de lidia, obviando que as dehesas poderiam converter-se nuns magníficos parques naturais só com desviar umha mínima parte das imensas subvençons que recebem cada ano para os seus negócios privados. Em ocasiom mesmo se atrevem a criticam que nom todos os opositores desta forma de tortura sejam vegetarianos. Sem entrar na abismal distância entre matar um animal por alimentaçom ou por &#8220;espectáculo&#8221; -ninguém paga a entrada num matadeiro para ver como executam a umha rês lenta e penosamente- toda pessoa sensível com os direitos dos animais deveria celebrar qualquer passo adiante.</p>
<p align="justify">Assim, os únicos argumentos que ficam som o da economia e o da tradiçom, por outra parte mais que cuestionável na Galiza. Muitos actos absolutamente execráveis, como os sacrifícios humhanos ou as execuçons públicas, foram no seu dia mais populares que as touradas hoje em decadência e foram eliminadas a base de cultura, leis e valores humanos, e certas actividades ilícitas e justamente repudiadas, como o narcotráfico ou o tráfico de armas, geram mais dinheiro que as corridas.</p>
<p align="justify">O certo é que de nom existir este espectáculo a ninguém se lhe ocurriría inventá-lo. Se neste presente alternativo alguém propuser organizar e legalizar o martírio de cans, gatos ou cavalos na praça do Obradoiro para celebrar o Xacobeo, a sua capacidade de razoamento seria seriamente questionada. Sem embargo, as touradas nom desaparecerám soas (ou ao menos tardarán muito mais): também nós temos de mobilizar-nos e agitar-nos contra o pesimismo, transitando do repúdio às touradas, já amplamente maioritário, até a aboliçom.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="right"><strong>José Emílio Vicente</strong><br />
Membro da <a href="http://pontevedraantitouradas.org/">Coordenadora Antitouradas de Ponte Vedra</a></p>
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		<title>Pola abolición das touradas!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>breixo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[outras novas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Diversos colectivos sociais convocan este sábado unha manifestación en Pontevedra, en coincidencia co inicio da feira taurina, para reclamar a fin das touradas na Galiza. Trátase do cuarto ano consecutivo no que se organizan protestos populares contra este sanguento ritual. A mobilización comezará ás 20:00 horas na Praza da Peregrina.
Ademais, a Coordenadora Antitouradas de Pontevedra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Diversos colectivos sociais convocan este sábado unha manifestación en Pontevedra, en coincidencia co inicio da feira taurina, para reclamar a fin das touradas na Galiza. Trátase do cuarto ano consecutivo no que se organizan protestos populares contra este sanguento ritual. A mobilización comezará ás 20:00 horas na Praza da Peregrina.</p>
<p align="justify">Ademais, a <a href="http://pontevedraantitouradas.org/">Coordenadora Antitouradas de Pontevedra </a>emitiu unha nota na que reflexiona sobre a recente abolición na Catalunya e apela á mobilización popular para suprimir estes &#8220;festexos&#8221; do noso país, onde non contan con tradición ningunha. Reproducimos o comunicado a continuación:</p>
<p align="justify">A Coordenadora Antitouradas de Pontevedra manifesta a súa <strong>profunda satisfacción</strong> polo éxito da Iniciativa Lexislativa Popular &#8220;Prou&#8221; -respalada por 180.000 sinaturas e aprobada hoxe no Parlament de Catalunya por 68 votos a favor, 55 en contra e 9 abstencións- que desterrará as touradas deste territorio a partir de 2012.</p>
<p align="justify">A medida representa <strong>un paso de xigante</strong> para o movemento antitaurino, xa que demostra a capacidade da sociedade mobilizada para deter a tortura de animais convertida en espectáculo. En realidade, <strong>a inmensa maioría da sociedade</strong> catalá -ao igual que a galega e a pontevedresa en particular- <strong>é desde hai tempo abrumadoramente contraria a este sanguento ritual</strong> convertido en negocio para uns poucos, aínda por riba subvencionados con abondosos fondos públicos. Con certeza, a decisión adoptada en Catalunya terá continuidade máis cedo que tarde noutros lugares, particulamente en Galiza: podemos afirmar que <strong>esta indignidade ten os días contados</strong>.</p>
<p align="justify">Neste sentido, a Coordenadora pregúntase <strong>de que serve contar cunha Lei de Protección Animal autonómica se exclúe explicitamente as touradas</strong>, xa que dificilmente podemos pensar a día de hoxe nun ataque tan cruel e público contra os animais, e aínda contra a vontade maioritaria da cidadanía (por poñer un exemplo, un estudo de Gallup reflicte que o 86% dos galegos &#8220;rexeitan ou aborrecen&#8221; as touradas).</p>
<p align="justify">Así, <strong>reiteramos hoxe as nosas principais demandas amparados por este interesante e proveitoso precedente</strong>, que se suma á prohibición das touradas nas Canarias en 1991: o cese inmediato de axudas ás touradas, a modificación da Lei 1/1993 de Protección de Animais Domésticos ou Salvaxes en Cautividade, o cese do uso de espazos públicos para a promoción das touradas, así como a supresión nos programas de festas editados polo noso Concello, a declaración de Pontevedra como &#8220;Cidade Antitouradas e amiga dos Animais&#8221; e a reconversión da praza de touros nun Coliseu para espectáculos culturais e concertos.</p>
<p align="justify">Por último, a <strong>Coordenadora anima a toda a sociedade a manifestarse o próximo sábado 31 ás 20:00 horas na Peregrina </strong>en protesta pola matanza anunciada de 24 touros durante as festas da cidade, e en defensa da abolición desta tortura. A manifestación está convocada por ducias de colectivos de todo tipo.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/mani-antitouradas-final.png" alt="mani-antitouradas-final.png" /></p>
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		<title>[25 de xullo] Estamos construíndo a República Galega</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 18:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>breixo</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Dia a Patria]]></category>

		<category><![CDATA[festigal]]></category>

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Un ano máis, Isca! estivo presente na movilización nacional do Día da Patria agrupada nunha ampla comitiva encabezada por Galiza Nova e defendendo xunto a milleiros de galegos os nosos dereitos nacionais nun momento especialmente complexo polo contexto de crise económica, recortes sociais e reaxir do españolismo (como se comprobou co desenlace do Estatut catalán). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img width="450" src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/patria10_1.jpg" alt="patria10_1.jpg" height="174" /></p>
<p align="justify">Un ano máis, Isca! estivo presente na movilización nacional do Día da Patria agrupada nunha ampla comitiva encabezada por Galiza Nova e defendendo xunto a milleiros de galegos os nosos dereitos nacionais nun momento especialmente complexo polo contexto de crise económica, recortes sociais e reaxir do españolismo (como se comprobou co desenlace do Estatut catalán). Todo isto acrescentado polas actuacións do PP no goberno da Xunta encamiñadas á persecución da nosa lingua.</p>
<p align="justify">É por isto que o 25 de xullo deste ano presentouse como unha ocasión fundamental para amosarmos a forza do noso pobo e a vixencia do noso proxecto político desde coordenadas anticapitalistas e independentistas. Estas tiveron a súa expresión en forma de faixas coladas pola nosa militancia en diferentes lugares do percurso da manifestación, denunciando a situación de crise capitalista e pulando pola independencia e o socialismo, como se reflectiu tamén nas consignas berradas durante a mobilización.</p>
<p align="justify"><img src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/patria10_3.jpg" alt="patria10_3.jpg" /></p>
<p align="justify">A nosa organización estivo presente tamén no Festigal, onde contou cun posto de información e material compartido co <a href="http://www.mgs-galiza.org">Movemento Galego ao Socialismo</a> e no que, ao igual que na manifestación, repartiuse o noso voceiro <a href="http://www.iscagz.org/combater-n%c2%ba4-voceiro-nacional-de-isca/">Combater</a> e máis o <a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/colante-dia-da-patria-2010.png">colante</a> editado para o propio 25 de xullo deste ano.</p>
<p align="justify">Un ano máis, aumentamos a nosa presenza no Día da Patria, catro anos despois da nosa primeira aparición, en 2006. Desta volta afortalados após a nosa última Asemblea Nacional, celebrada en marzo deste ano, onde nos reafirmamos no noso proxecto, hoxe máis vixente que nunca. Defendemos a inviavilidade do desenvolvemento do noso pobo no marco xurídico-político do Estado, así como a imposibilidade de acreditar nun sistema que oprime a nosa clase.</p>
<p align="justify"><img src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/patria10_2.jpg" alt="patria10_2.jpg" /></p>
<p align="justify">É por isto que convidamos a mocidade nacionalista galega a participar dunha alternativa que traballa no seo do BNG e de Galiza Nova con coherencia e sen complexos pola independencia e o socialismo, pola defensa intransixente da nosa lingua, polos dereitos das mulleres e da nosa clase. Hoxe, non cabe ningunha dúbida: con España non temos futuro. Cómpre traballar por unha República galega soberana e socialista.</p>
<p>A seguir podes ver unha galeria de imaxes da mobilización:</p>
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		<title>Combater nº4, voceiro nacional de Isca</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 16:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>breixo</dc:creator>
		
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No Dia da Patria saiu de novo á rúa o noso voceiro nacional, "Combater", desta volta con máis contidos e un formato mellorado, pois con el queremos acompañar tamén o medre e consolidación do noso proxecto, constatado na nosa pasada Asemblea Nacional. Nesta publicación analizamos diversos temas de actualidade e de interese para a mocidade revolucionaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No Dia da Patria saiu de novo á rúa o noso voceiro nacional, &#8220;Combater&#8221;, desta volta con máis contidos e un formato mellorado, pois con el queremos acompañar tamén o medre e consolidación do noso proxecto, constatado na nosa pasada Asemblea Nacional. Nesta publicación analizamos diversos temas de actualidade e de interese para a mocidade revolucionaria galega: a necesidade de organizarmos unha resposta á ofensiva do capital, a situación do movemento estudantil, as conclusións tras a sentenza do estatut e a necesidade de avanzar na vía independentista, o mundial de fútbol e as súas consecuencias&#8230; entre outros diversos asuntos. Ademais, entrevistamos a un membro do Local Social Aturuxo de Boiro, comezando unha serie de conversas con diferentes proxectos de autoorganización xuvenil por todo o país, que continuará en números posteriores. Por último, tamén divulgamos algunhas das nosas iniciativas, actividades e campañas recentes.</p>
<p align="justify">Agardamos que gustes da leitura e que difundas estas ideas.</p>
<p align="center"><strong><a href="http://pt.calameo.com/read/000002271861e8289f6d8">&gt; Consulta o Combater nº4 &lt;</a></strong></p>
<p align="center"><strong><a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/combater-4-web.pdf">&gt; Descarga o Combater nº4 en pdf &lt;</a></strong></p>
<p><a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/combater-4-web.pdf"><img src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/combater4capaweb.jpg" alt="combater4capaweb.jpg" /></a></p>
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		<title>Dia da Patria, todas e todos a Compostela!</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 12:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>breixo</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[día da patria]]></category>

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Máis un ano, o Día da Patria encherá compostela de nacionalistas que, nun momento especialmente complexo, ergueremos ben alto a voz demandando os dereitos nacionais deste país. Contra a política destrutiva da Xunta de Galicia e do goberno do Estado, nomeadamente en materia económica e en canto á nosa lingua, a parte máis consciente deste pobo, aquelas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/colante-dia-da-patria-2010.png" title="colante-dia-da-patria-2010.png"></a><a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/colante-dia-da-patria-2010.png" title="colante-dia-da-patria-2010.png"></a><a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/colante-dia-da-patria-2010.png" title="colante-dia-da-patria-2010.png"></p>
<p style="text-align: center"><img width="460" src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/colante-dia-da-patria-2010.png" alt="colante-dia-da-patria-2010.png" height="138" /></p>
<p></a></p>
<p align="justify">Máis un ano, o Día da Patria encherá compostela de nacionalistas que, nun momento especialmente complexo, ergueremos ben alto a voz demandando os dereitos nacionais deste país. Contra a política destrutiva da Xunta de Galicia e do goberno do Estado, nomeadamente en materia económica e en canto á nosa lingua, a parte máis consciente deste pobo, aquelas e aqueles que non nos deixamos asimilar e pulamos por unha Galiza ceibe e popular, temos que amosar a nosa forza na rúa, enchendo de bandeiras da patria, consignas e faixas Compostela, desmontando a bucólica e turística imaxe de rexión española que o Xacobeo constrúe sobre nós. Temos que mobilizar o noso pobo en defensa doutro modelo económico e social, e da nosa soberanía nacional. Temos que sumar forzas no camiño dunha República Galega na que, con plena soberanía, poidamos construír o socialismo no noso país.   </p>
<p align="justify">Por todo o dito, desde Isca! animamos a participar da <a href="http://www.bng-galiza.org/opencms/opencms/BNG/xenerica/contidos/arquivos/novas/cartaz25x.png">manifestación nacional convocada polo BNG</a> que sairá ás doce da mañá da Alameda de Compostela, e estamos a desenvolver xa neste días unha campaña propia de axitación baixo o lema &#8220;estamos construíndo a República Galega&#8221;.<br clear="all" /></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p>VIVA GALIZA CEIBE!   INDEPENDENCIA E SOCIALISMO!   ADIANTE A REPÚBLICA GALEGA!</p>
<p><a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/cartaz-dia-da-patria-cor.pdf">Descarga o cartaz em cor</a></p>
<p><a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/cartaz-dia-da-patria-bn.pdf">Descarga o cartaz em branco e negro</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobreseída a causa contra os nossos militantes detidos na marcha de &#8220;Galicia Bilingüe&#8221;</title>
		<link>http://www.iscagz.org/sobreseida-a-causa-contra-os-nossos-militantes-detidos-na-marcha-de-galicia-bilingue/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 23:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>breixo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Há uns dias tivemos novas do sobresemento da causa contra @s três militantes da nossa organizaçom que foram detidos e posteriormente libertados com cargos durante os sucessos do 8 de fevereiro de 2009, quando umha manifestaçom galegófoba da plataforma espanholista "Galicia Biligüe" desfilou por Compostela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img align="left" width="167" src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2009/02/vaca.jpg" hspace="10" height="250" />Há uns dias tivemos novas do sobresemento da causa contra @s três militantes da nossa organizaçom que foram detidos e posteriormente libertados com cargos durante os <a href="http://www.iscagz.org/comunicado-de-isca-perante-os-sucesos-do-domingo-8-f/">sucessos do 8 de fevereiro de 2009</a>, quando umha manifestaçom galegófoba da plataforma espanholista &#8221;Galicia Biligüe&#8221; desfilou por Compostela. Daquela, militantes da nossa organizaçom levarom a cabo umha original <a href="http://www.iscagz.org/a-vaca-o-noso-simbolo-contra-o-espanolismo-video-da-accion-de-isca/">acçom de denúncia </a>contra estes elementos fascistas, disfarçando-se de vacas e situando globos de texto coa lenda <em>&#8220;el gallego es para hablar con las vacas&#8221;  </em>junto aos dirigentes espanholistas Gloria Lago e José Manuel Pousada. Como conseqüência da nossa acçom, produzirom-se as detençons dos nossos militantes junto às de vários activistas pro-galego mais, e todos eles passárom 24h nos calabouços.</p>
<p align="justify">De Isca!, parabenizamo-nos por esta lógica decisom, pois nada delictivo houvo na actuaçom dos nossos três companheiros, e ao tempo lembramos que ainda som vári@s @s nacionalistas que serám julgados após os sucessos dumha jornada protagonizada pola exaltaçom espanholista e a brutalidade policial. Aproveitamos de novo para lhes expresar a nossa solidariedade.</p>
<p align="justify">Pola nossa parte, seguiremos a <a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2009/02/09-rebater-gb.pdf">desvendar o verdadeiro carácter </a>e objectivos destes sectores reaccionarios e espanholistas, e seguiremos a defender na rua o direito a viver na nossa língua.</p>
<p align="justify"><strong>Defender a língua nom é delito!</strong></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong> <a href="http://www.iscagz.org/a-vaca-o-noso-simbolo-contra-o-espanolismo-video-da-accion-de-isca/">&gt;&gt;Aquí podes ver o vídeo da acçom</a></strong><strong><a href="http://www.iscagz.org/a-vaca-o-noso-simbolo-contra-o-espanolismo-video-da-accion-de-isca/">&lt;&lt;</a></strong></p>
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		<title>Non é só fútbol. Nós non somos españois!</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 19:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>breixo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[En destaque]]></category>

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Acabou o mundial, vai acougando por fin a orxía chovinista española e parece bo momento para que nós, os que en cada partido animamos a cada rival de España gustásemos ou non do fútbol, reflexionemos sobre o que supuxeron os acontecementos dos últimos días. Comecemos por aquí: nós, nacionalistas e independentistas galegos, fuximos do politicamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Acabou o mundial, vai acougando por fin a orxía chovinista española e parece bo momento para que nós, os que en cada partido animamos a cada rival de España gustásemos ou non do fútbol, reflexionemos sobre o que supuxeron os acontecementos dos últimos días. Comecemos por aquí: nós, nacionalistas e independentistas galegos, fuximos do politicamente correcto e afirmamos que, en efecto, temos dúas seleccións: a galega e calquera outra que xogue contra España. Como a primeira non pode xogar por motivos de sobra coñecidos, ficamos coas outras, aínda que desta vez só Suíza puidese darnos unha alegría. Gozamos coas derrotas da que agora chaman &#8220;la roja&#8221; (<em>antes roja que rota</em>, dicían) porque ademais de non sentirnos españois, sabemos que é España quen impide a oficialidade das nosas seleccións nacionais, sabemos que o fútbol será usado con fins políticos moi concretos e porque non queremos que un deporte sirva para normalizar nas nosas rúas a presenza dunha simboloxía que rexeitamos, pois representa explicitamente a negación da nosa nación, Galiza.</p>
<p align="justify">A parafernalia españoleira ten un duplo fin: por un lado, quérese lexitimar o proxecto nacional imperialista español que cada vez está máis cuestionado -especialmente pola presión das nacións vasca e catalá-, tentando contrarrestar coa ditadura mediática un feito evidente: moitos súbditos deste estado non se identifican coa nación española, nin co seu rei nin coa súa bandeira e portanto tampouco coa súa selección. Non somos poucos, tamén na Galiza, os que non nos sentimos españois e reclamamos o dereito a decidir libremente o noso futuro como pobo -posibilidade actualmente vetada pola Constitución e os Estatutos de Autonomía-, así como a apoiar as nosas seleccións propias, impedidas de participar en competicións internacionais por culpa do estado español e no noso caso agora tamén proscritas polo goberno Feijoo. Por outro lado, é evidente que os éxitos futbolísticos do grupo de multimillonarios (e agora serano aínda mais, por certo) que defende as cores de España úsase como narcótico que adormeza aínda mais as xa bastante pasivas conciencias dunhas clases populares que están a sufrir unha nova agresión aos seus dereitos. Deste xeito, distráese as a atención das duras medidas económicas e sociais que se están a aplicar en favor dos mais privilexiados.</p>
<p align="justify">As vitorias de España serven, pois, para eses fins nada neutrais, e por iso sabemos que non é &#8220;só fútbol&#8221;, como din algúns inocentes ou demagogos. Ademais do dito, cómpre engadir que o clima imposto foi a escusa perfecta para que sectores <a href="http://www.kaosenlared.net/noticia/131952/video-fotos-esclat-feixista-dels-seguidors-seleccion-espanyola-amb-gre">claramente fascistas</a> saísen á rúa a cara descuberta. Non é casual que as celebracións españolas en -por exemplo- Bilbao ou Barcelona teñan un marcado carácter anti-vasco ou anti-catalán, que se berren consignas contra os <a href="http://www.llibertat.cat/content/view/9915/1/">&#8220;catalufos de mierda&#8221;</a> ou contra os <a href="http://www.youtube.com/watch?v=l33odkhSfv4#t=4m22s">&#8220;niñatos de HB&#8221;</a> ou que se queimen senyeras. Tampouco sorprende o feito de que no noso país a euforia españolista teña rematado en <a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/madialeva/2010/07/13/o-nosso-centro-social-foi-atacado-a-noite-do-dia-11">agresións contra locais sociais nacionalistas</a>, nin que un dos berros mais comúns sexa o de &#8220;yo soy español, español, español&#8230;&#8221;, que ten moito mais de proclama identitaria que de reivindicación deportiva. Fomos moitos os que comprobamos que durante os días en que as cores vermella e amarela (as mesmas que que Franco impuxera coas armas) tomaban as rúas, o simple feito de pasearse con simboloxía nacionalista convertíase nunha inaceptábel afrenta para moitos destes &#8220;siareiros&#8221;.</p>
<p align="justify">Porén, a marea españolista recuará de novo, sairán á luz inevitabelmente todas as contradicións e aí estaremos nós para axudar a que se vexan: que se vexa que o seu estado é un proxecto fracasado e irreformábel, e que fica cada vez mais claro que a única saída viábel para as nacións que o compoñen é a independencia. Que se vexa que existe un conflito lingüístico no marco do cal preténdese a aniquilación do noso idioma en favor do español, e que non imos permitilo. E por suposto, que se vexa que aos gobernos e á patronal non vai sairlles gratis a súa pretensión de cargar sobre as costas da clase traballadora a crise que eles provocaron.</p>
<p align="justify">Canto mais aumente a súa presión non farán mais que darnos novos motivos para seguir organizando a nosa resistencia e construindo as nosas alternativas. Agora seremos nós quen tomemos as rúas coas nosas bandeiras, que son de liberdade e xustiza social, precisamente todo o contrario do que representa ese farrapo vermello e amarelo co que durante tantos anos pretenderon afogarnos.</p>
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		<title>Construindo comunidade contra as violências machistas</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 00:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>breixo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[outras novas]]></category>

		<category><![CDATA[feminismo]]></category>

		<category><![CDATA[marcha mundial das mulleres]]></category>

		<category><![CDATA[violencias]]></category>

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		<description><![CDATA[O passado dia 30 de junho, a Marcha Mundial de Mulheres organizou um acto de posta em comum do trabalho que diferentes organizaçons estam a fazer para combater as violências machistas nos seus diferentes aspectos; acudimos como convidadas e pudemos compartir experiências e debates com companheiras doutros colectivos, tanto do nacionalismo organizado como de ONGS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O passado dia 30 de junho, a Marcha Mundial de Mulheres organizou um acto de posta em comum do trabalho que diferentes organizaçons estam a fazer para combater as violências machistas nos seus diferentes aspectos; acudimos como convidadas e pudemos compartir experiências e debates com companheiras doutros colectivos, tanto do nacionalismo organizado como de ONGS ou da própria Marcha, todas elas com experiências diversas no marco das luitas feministas, mas com um ponto em comum: a necessidade de abandonar o minifundismo e a patrimonialización do trabalho neste eido para procurar criarmos redes que permitam conectar os diferentes movimentos feministas, as diferentes luitas contra a violência do patriarcado.</p>
<p>As mulheres e homes de Isca! entendemos que baixo o concepto de &#8220;violências machistas&#8221; atopam-se muitas formas de agresom patriarcal: maltrato físico e psicológico, exploraçom laboral, cosificaçom, negaçom dos direitos e liberdades sexuais e reprodutivos&#8230;  e que todas elas teñen un carácter estrutural: atópanse nas bases mesmas do sistema.  É por isto que as moças de Isca! temos claro que só seremos livres nunha Galiza ceive, socialista e antipatriarcal, e é por iso polo que estamos e seguiremos a trabalhar: porque sem as mulheres nom há revoluçom, e sem revoluçom nom há liberdade.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/07/actommm.jpg" alt="actommm.jpg" /></p>
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		<title>Mandela, o longo caminho para a liberdade</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>breixo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[outras novas]]></category>

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Acaba de ver a luz um novo caderno formativo editado pola nossa organizaçom, dumha série que pretende achegar à nossa militáncia, ao nacionalismo galego, e toda aquel/a interessado/a, a voz de diversas personagens e as suas luitas nacionalistas e de esquerda no mundo. Este modesto projecto de formaçom e divulgaçom que chamamos "Caderno Formativo. Nacionalismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Acaba de ver a luz um novo caderno formativo editado pola nossa organizaçom, dumha série que pretende achegar à nossa militáncia, ao nacionalismo galego, e toda aquel/a interessado/a, a voz de diversas personagens e as suas luitas nacionalistas e de esquerda no mundo. Este modesto projecto de formaçom e divulgaçom que chamamos &#8220;Caderno Formativo. Nacionalismo e esquerda no mundo&#8221; é resultado do interesse pola formaçom e o compromisso coa divulgaçom das diversas reflexons, escritos, histórias, e experiências nacionalistas e de esquerda que a nosa organizaçom mantém dende o seu nacemento como meta de funcionamento.</p>
<p align="justify">De Isca! <strong>escolhemos África do Sul e a figura de Mandela </strong>para continuar esta série de cadernos por várias razons. Umha, a riqueza e interesse das análises que o CNA elaborou em torno à questom colonial e o capitalismo em África do Sul, e também a sua estrategia e táctica de luita pola emancipaçom nacional. Dous, porque é preciso conhecermos os casos em que, quando menos em parte significativa, fôrom atingidos os objectivos dos movimentos de liberaçom: nom queremos ficar no romanticismo das revoluçons perdidas, mas no conhecimento e actualidade de aquelas que efectivamente conseguírom transformar a realidade de forma perdurável. E também, porque perante as operaçons de branquejamento às que se quer someter a certas figuras para fazê-las mais agradáveis aos olhos do sistema e para se apropriarem da sua legitimade, devemos recuperar a história tal como foi, com os seus acertos e os seus erros, com as suas luitas reais e cedendo a voz aos próprios protagonistas.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"> <a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/06/debater4web.pdf"><img src="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/06/capa4web.jpg" alt="capaa4web.jpg" height="426" width="300" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://www.iscagz.org/wp-content/uploads/2010/06/debater4web.pdf"><strong>&gt;&gt;Descargar&lt;&lt;</strong></a></p>
<p align="center"><strong><a href="http://pt.calameo.com/read/000002271a397d3deb00d">&gt;&gt;Ler na rede&lt;&lt;</a></strong></p>
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